Planejar sua estratégia de relacionamento com o Dizimista

Planejar sua estratégia de relacionamento com o Dizimista

Uma das características mais importantes que uma paróquia deve possuir é saber tratar bem o seu dizimista. Para fazer com que uma pessoa que frequenta a sua paróquia  sinta-se bem, investir na capacitação da pastoral do dízimo e em um padrão de atendimento é extremamente necessário.

De acordo com o dicionário, relacionamento é uma ligação afetiva, profissional ou de amizade. Ele ocorre entre pessoas que se unem por conta dos mesmos objetivos, habilidades ou interesses. 

Todo tipo de relacionamento, seja ele com o paroquiano ou não, envolve comunicação, convivência, respeito mútuo e atitudes recíprocas. Ele só ocorre quando as duas partes realizam essas práticas de forma consensual. Quando uma não cumpre com seu dever, a relação não ocorre de fato. 

Para que um bom relacionamento ocorra é preciso que as partes desenvolvam respeito, confiança, empatia e harmonia. Quanto mais forte forem esses sentimentos, maior é a relação interpessoal. Independente se for profissional, emocional ou de amizade. 

O relacionamento com o dizimista passa por todos esses aspectos. O tratamento é diferente, mas as atitudes são muito próximas das que você precisa ter com amigos ou com o seu companheiro ou companheira para uma convivência harmoniosa e sem grandes problemas.

É preciso que haja diálogo, comunicação entre as pessoas. Sem essa comunhão de ideias, pensamentos e respeito, não há relacionamento interpessoal. Tudo tem a ver com a capacidade de ambos interagirem e na habilidade de saber aceitar o outro como ele é.

Tá Fran, mas o como posso planejar este relacionamento?

A primeira atitude que devemos ter para um bom relacionamento é conhecer, de fato, aquele com quem pretendemos nos relacionar. Por isso, o planejamento e o estudo do seu público, neste caso – o dizimista, é extremamente importante.  

Pesquisa de satisfação com os dizimistas, levando em consideração o que eles querem, pode ajudar muito neste relacionamento. Muitas vezes os agentes pastorais e o padre fazem atividades que eles querem fazer, mas o que será que o dizimista quer?

Uma pesquisa pode revelar como é o seu público, como ele quer ser tratado, o que ele pensa hoje sobre a sua paróquia. 

Depois de definidos os traços do  dizimista da sua paróquia, é preciso fazer uma (ou mais) formação com toda a sua Pastoral do Dízimo, para que toda a pastoral conheça seu perfil e saiba como tratar esse cliente tão específico. 

Para nossos clientes, nós disponibilizamos formações específicas para a Pastoral do Dízimo, com um nivelamento sobre o atendimento ao dizimista, dízimo e evangelização, entre outros temas, que podem ser  lapidado e aprimorado pessoalmente pelo pároco ou coordenador.

Depois da análise das características do seu dizimista e das formações feitas, é hora do monitoramento e da avaliação. Uma vez por mês (no mínimo) faça uma reunião com seus agentes pastorais para que eles contem como está o relacionamento com os dizimistas e se a estratégia está dando certo. Assim, vocês vão conseguindo moldar técnicas para melhorar a adesão ao dízimo a cada mês. 

Francielle Lopes

Formada em Processos Gerenciais pela Faculdade de Tecnologia Senac/SC. Atualmente é Gestora do Sucesso do Cliente na Agência Dominus Evangelização e Marketing e focada nos resultados dos projetos de seus clientes. Seu coração está na evangelização!

2 Comments

  1. Fábio Junio Conceição Guimarães disse:

    Olá! Me chamo Fábio sou da paróquia imaculada Conceição em novo Gama Goiás entorno do Distrito Federal, estou querendo saber se vcs tem um programa para efetuar os recebimento do dízimo ou seja um controle.

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